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BORGES·PERILOSOCIEDADE DE ADVOGADOS
Empregadores

Advogado trabalhista para empresas em Goiânia

Assessoria trabalhista a empresas de pequeno e médio porte, na prevenção de conflitos e na defesa do empregador na Justiça do Trabalho.

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É empregado ou ex-empregado? Veja a atuação para trabalhadores →

Para quem

Empresas de pequeno e médio porte que querem organizar contratos, jornadas, férias e desligamentos dentro das regras trabalhistas. Também empregadores que receberam uma reclamação trabalhista ou um auto de infração da fiscalização do trabalho e precisam apresentar defesa.

Como atuamos nesta área

  • Consultoria trabalhista preventiva

    Orientação sobre admissões, horas extras, férias, afastamentos e desligamentos, com base na CLT e na convenção coletiva da categoria.

  • Contratos e documentos trabalhistas

    O escritório redige e revisa contratos de trabalho, acordos de banco de horas e de compensação, regulamentos internos e documentos de rescisão.

  • Defesa em reclamações trabalhistas

    Resposta escrita à ação, orientação a quem vai representar a empresa na audiência (o preposto) e atuação nas fases seguintes, inclusive nos recursos.

  • Acordos judiciais e extrajudiciais

    Quando há espaço para entendimento, o acordo é negociado e levado à homologação da Justiça do Trabalho, mesmo que tenha sido fechado fora do processo.

  • Fiscalização e autos de infração

    Apoio na resposta a notificações da fiscalização do trabalho e na defesa administrativa contra autos de infração.

Como o escritório trabalha

  • Contato direto com os sócios

    Os clientes do escritório podem tratar do próprio caso diretamente com os sócios, André Luis Borges dos Santos e Pedro Ernesto Perilo Reis Coutinho.

  • Atendimento individual e humanizado

    O escritório oferece a cada cliente um atendimento individualizado e humanizado.

  • Advogados parceiros

    Além dos sócios, o escritório conta com advogados parceiros nas diferentes áreas em que atua.

  • Agilidade no retorno

    O escritório procura responder às demandas dos clientes com agilidade. A duração de um processo, porém, depende do Judiciário e dos órgãos envolvidos.

Conheça os sócios →

Perguntas frequentes

A empresa é obrigada a controlar o ponto dos empregados?

Sim, se o estabelecimento tiver mais de 20 trabalhadores: a CLT exige, em regra, anotar a entrada e a saída (art. 74, § 2º). Com acordo individual escrito ou norma coletiva, basta registrar o que fugir da jornada normal (§ 4º). Há exceções, como o trabalho externo em que não dá para fixar horário e certos cargos de gestão. A norma coletiva da categoria pode exigir mais.

A empresa pode descontar do salário um prejuízo causado pelo empregado?

Pode, em dois casos: se o empregado causou o dano de propósito; ou se agiu com culpa, como descuido ou imprudência, e o desconto foi combinado (CLT, art. 462, § 1º). Nos dois casos, cabe à empresa provar a intenção ou a culpa; a cláusula no contrato, sozinha, não basta. Na rescisão, a compensação de dívidas do empregado não pode passar de um mês de remuneração (art. 477, § 5º).

Quem pode representar a empresa na audiência trabalhista?

O representante legal ou um preposto que conheça os fatos, como um gerente. O preposto não precisa ser empregado, e o que declarar obriga a empresa (CLT, art. 843). Se nenhum deles comparecer, em regra os fatos narrados pelo trabalhador são presumidos verdadeiros, mesmo com o advogado presente (art. 844). Documentos entregues pelo advogado ainda podem afastar essa presunção.

Um acordo feito fora do processo pode ser homologado?

Sim. Empresa e trabalhador apresentam juntos o pedido à Justiça do Trabalho, cada um com o próprio advogado (CLT, art. 855-B). O juiz pode homologar ou recusar o acordo e, se achar necessário, marca audiência. O pedido não muda o prazo de pagamento da rescisão nem afasta a multa por atraso (art. 855-C).

Conteúdo informativo. Cada caso exige análise individual.

Onde conferir as regras

As regras de controle de ponto, desconto salarial, audiência e acordo extrajudicial estão na legislação trabalhista; o TST também explica a prova do dano causado pelo empregado:

Reclamação trabalhista ou fiscalização na empresa?

Conte pelo WhatsApp o que a empresa precisa resolver, de contratos a desligamentos, e envie a notificação ou o auto de infração, se houver.

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